Iniciativas

Projeto de Reflorestamento

Em paralelo à elaboração do inventário de Gases do Efeito Estufa (GEE), e com a intenção de neutralizar as emissões, a Casa da Moeda estabeleceu voluntariamente um plano de reflorestamento para promover o plantio de mudas nativas da mata atlântica na Reserva Biológica União (Rebio União), no Estado do Rio.

Tal programa teve seu lançamento no dia 29/10/2014. O evento contou com a presença de Francisco Franco, Presidente da Casa da Moeda, assim como do Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia federal responsável pela administração da Reserva.

O Programa de Restauro Florestal da Casa da Moeda atende o Termo de Compromisso firmado em março de 2013 para neutralizar as emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) da empresa até as Olimpíadas de 2016, com o objetivo de colaborar com ações nacionais para redução de emissões de GEE e aderir a Política Nacional de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável.

A Associação Mico-Leão-Dourado colaborou com a CMB na estruturação do projeto, indicando a necessidade de reflorestamento na região para o desenvolvimento da espécie.

O projeto prevê o plantio de mais 200 mil árvores nativas de Mata Atlântica, com um investimento total de aproximadamente R$ 4,3 milhões. A recomposição da vegetação nativa de Mata Atlântica está sendo feita nas áreas de baixada litorânea e nas áreas onde estão sendo erradicados os eucaliptos no interior da Unidade de Conservação, totalizando na recuperação de 130 dos 220 hectares ainda degradados na reserva. Tal iniciativa resultará na ampliação do habitat do Mico-Leão-Dourado, espécie de primata endêmico da região e que está ameaçada de extinção, que também é retratado na cédula de R$ 20, fato este que reforçou a escolha da Reserva pela CMB para execução do reflorestamento. Até o final de Julho de 2015 já haviam sido plantadas aproximadamente 93 mil mudas.


Casa da Moeda do Brasil Reflorestando Mata Atlântica
CMB Reflorestando Mata Atlântica.

ABNT NBR ISO 14001:2004

Reforçando o seu comprometimento com a preservação do meio ambiente, a Casa da Moeda do Brasil implementou um Sistema de Gestão Ambiental - SGA segundo as diretrizes da norma NBR ISO 14001, recebendo oficialmente, em julho de 2015, a sua certificação.

A partir desta iniciativa, alinhada a Política Integrada de Qualidade, Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional da empresa, foram definidas diretrizes para gestão das questões relacionadas ao meio ambiente. Isto foi realizado através da análise de cada atividade da CMB, a fim de avaliar os aspectos ambientais, definir os controles necessários, estabelecer objetivos, metas e programas, buscando sempre implementar melhorias no SGA.


Logo da ISO 14001
Logo da ISO 14001

Plano de Logística Sustentável

O conceito de desenvolvimento sustentável consiste no desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades.

Neste sentido, a Casa da Moeda do Brasil, elaborou um Plano de Gestão de Logística Sustentável – PLS onde Sustentável busca incorporar princípios de sustentabilidade nas atividades desenvolvidas pelos gestores e demais colaboradores, visando economia de recursos e a redução de gastos institucionais através da gestão racional de materiais e serviços. Dessa forma estabelece práticas aplicáveis às atividades sob sua gestão e define ações para transpor o discurso de sustentabilidade para a prática.

Este documento, elaborado com base na Instrução Normativa nº 10, de 12 de novembro de 2012, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, considera os seguintes programas como referência para a sua composição:

  • Agenda Ambiental na Administração Pública - A3P, programa do Ministério do Meio Ambiente que visa promover a responsabilidade socioambiental e incorporar critérios de sustentabilidade no funcionamento da administração pública.
  • Coleta seletiva Solidária, instituída através do Decreto Federal n° 5.940, publicado em 26 de outubro de 2006, que institui a separação dos resíduos recicláveis e constitui a Comissão da Coleta Seletiva Solidária, criada no âmbito da Administração Pública, com o objetivo de implantar e supervisionar a separação dos resíduos e destinações às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.
  • Contratações Públicas Sustentáveis, conforme disposto na Instrução Normativa Nº 01, de 19 de janeiro de 2010, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que Dispõe sobre os critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras.

Coleta Seletiva Solidária

A CMB reestruturou o seu Programa de Coleta Seletiva Solidária, que passará a ser a base de sustentação para o cumprimento das disposições constantes do Decreto nº 5.940, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis. A restruturação do programa trouxe como principais propostas, a alteração da metodologia de separação dos resíduos recicláveis e a ampliação da doação de resíduos recicláveis para associação de catadores.

Essa inciativa fez com que ampliasse em cerca de 80% a quantidade de resíduos recicláveis doados as cooperativas, o que corresponde a um total de aproximadamente 70 toneladas doadas em um período de seis meses, destacando-se a contribuição efetiva para a manutenção das Cooperativas, transformando o resíduo em um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda aos catadores.

Além disso, o programa fomentou o envio de resíduos orgânicos para o processo de compostagem. Tal ação foi muito positiva do ponto de vista ambiental, pois a empresa deixou de enviar cerca de 30 toneladas por mês para o aterro sanitário e passou a encaminhar para o processo de compostagem. O resíduo que seria apenas disposto num aterro, passou a agregar valor, sendo considerado como insumo para a empresa que realiza o processo de compostagem.


Programa Coleta Seletiva Solidária
Programa Coleta Seletiva Solidária